23.6.08

Philip Glass


O comprimido se expande outra vez.
Os corpos são empurrados e abarrotam-se todos.
O reencontro as cegas, recortes chapados de Lautrec.
A sina, e o balé das hastes efusivas.
O sumiço as camadas e o esconderijo
A aparição súbita e a tentativa de resgate.
Calor, frio, cores indecisas e mutantes.


Gaivotas no amanhecer
Vozes e suplicas ecoam amarguras marinhas.
Mãos que anseiam o novo apego
Mares turbulentos violentam a união.

Tempestades e choros de lamentações.
Representações mínimas de mentiras
Corpos invisíveis materializados
Debatem –se em alto mar.

AVANT para o novo abismo.

ELE... _ _ _ _ _ _ _ _ _
_ _ _ _ _ _ _
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
ELA...
....................................... A MALA


Ele se cansa e atira a carta ao mar.
Ela o observa de longe.
Ele vai embora.

Ela nostálgica.
Embalada pelas mesmas notas antigas...
Segue em uma caminhada sem fim
Ela em busca do horizonte perdido.

Bandeira Branca

Solitária.
A carta sobreviveu a todos as tubulações.
Ela continua perturbando
Ela continuará dançando o som dos ventos.
Visível e invisível aos olhos humanos.

AVANT e APRESS por todas as direções.

18.6.08

DO.




O preparo.

Okashi wo doozo.

IMIN 100.








VENHA APRECIAR!

18. 22 de junho de 2008 - 10h às 24h.
Parque Governador Ney Braga - Londrina.




.Chanoyu.

A Cerimônia do Chá, (Chanoyu) é uma arte milenar que há séculos influencia a filosofia de vida dos japoneses, e cada vez mais tem ramificações e discípulos fora do país de origem. Há milhares de anos, após a descoberta da àrvore do chá na China, os emissários e bonzos japoneses introduziram o costume de beber o chá, por volta do séc. IX, na era Nara. No séc. XII , durante a dinastia Sung, o monge zen-budista Eisai levou a semente do chá da China ao Japão e a entregou ao bonzo Myoe Shonin de Togano, em Kyoto. Encontrando um solo fértil, foi possível cultivar e colher um chá de altíssima qualidade, favorecendo a expansão do hábito de produzir e tomar a bebida, popularizada entre os bonzos e samurais.
Já no séc. XIII, houve uma valorização das normas de preparar e beber chá, intimamente ligadas ao espírito Zen.
Na época do xogun Ashikaga Yoshimasa, surgiu o daisu no chanoyu – a cerimônia do chá em que os utensílios são dispostos em uma estante.
O Chanoyu foi idealizado e iniciado pelos mestres do chá murata shuko e takeno jo-o, sendo aprimorado no século XVI, por Sen no Rikyu que concebeu essa filosofia como um estilo de vida e instituiu o Chado - Caminho do Chá – como um meio de transformar a própria vida em uma obra de arte, e também como uma expressão cultural tipicamente japonesa.

A arte do chá passou a ser conhecida em todo o mundo no séc XIX após a publicação do livro The book of tea (o livro do chá ) de Okamura Tenshin, diretor do departamento de Belas Artes Orientais do Museu de Boston, nos Estados Unidos.
Nos dias atuais, o Chado é mundialmente conhecido e praticado nos Estados Unidos, China, e em vários paises da Europa e da América do Sul.

12.6.08

B E E T H O V E N



A arte é a transposição do feio em belo; do belo em feio; do belo em belo; do feio em feio. É exercício diário. É findo e infinito como o tempo, e toda a sua bagagem, como filosofia de vida.

... para toda vida ...



Uma experiência única e inexplicável!
Solamente os que tiveram a oportunidade de ver e enxergar
entendem o que estou dizendo!


Felicíssima por conseguir despachar O ENVELOPE PRETO.


Agradecimentos especiais:
¨
*Nishi-san
pelo registro da “Vagina de Chaplin” risos...

**Yuki – chan
ostra kara dete ishou ni subarashii moments wo desfruta dekitta!
Hontou ni onechan, daissuki!

***Mister Avansini merci.
De longe o mais fiel!

****Rockz agilazando mi vida 2x!

*****Ao FILO 40 anos e equipe!

******Gab em especial que propiciou grande parte da nossa trajetória,
meus sinceros agradecimentos!




L'Oratório D'Aurélia - 1º Ato
http://www.youtube.com/watch?v=ijOv5QoTfLY&eurl=http://www.orkut.com.br/FavoriteVideos.aspx?uid=7972620166519724221

7.6.08

L’Oratorio d’Aurélia

Ce sont beaucoup les mouvements dansants synchronisés avec la jolie musique, attentivement choisi pour faire rêver les spectateurs.
Une musique instrumental très bien fait, nous fait rentrer à la recherche et à la “prière d’Aurelia”.

On pourrait faire une analogie avec l’univers intime et particulier du l’oeuvre “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain”, de Jean-Pierre Jeunet.
Dans un monde où l’image et la synchronie de gestes et toutes les métaphores présentés nous transportent du notre réalité quotidienne à un quotidien de fantaisie, mais avec beaucoup de vraissemblances qui font un type de liaison avec notre quotidien.

La beauté s’unit dans la danse, dans les langages d’ilusion, dans les jongleries du cirque, dans les effets de couleurs et textures du tissus et d’incomptables representations dans le temp du l’oeuvre.
Une histoire si fois racontée, présentée maintenaint d’une forme inusitée!
Mais cette histoire m’a touché, je dois vous dire, pour l’illusionisme magique des apparitions, ainsi comme pour les objets qui gagnent vie d’une forme singulier.
Et le spectacle a enchanté le publique en general dans tous ces détails.
Le quotidien est risible?

Oui, c’est magistral et magique le moyen utilisé pour faire les scènes, avec les gestes, les rendez-vous et les décalages, c’est possible de faire rire avec la simplicité quotidienne les plus pensifs, timides, tristes ou silencieux. Ce sont des éclats de rire inusitées.
Alors, si on ne sait pas de la génétique de l’actrice, on pourrait considérer cette ilusion une folie. Mais, c’est tout minutieusement pensé, projeté, discuté, étudié et testé!

Un travail de génie, comme ne pourrait pas laisser d’être.
Congratulations, et merci. Vous m’avez fait rêver pendant quelques instants, et ça, c’est magnifique!

Maria Clara Sanae Nishimura Galvão



Texto traduzido para a encantadora língua francesa de Aurélia Thierrée por Rafael Avansini.
Muita gentileza sua meu querido! Fico estonteantemente feliz e agradecida!
Meu reflexo e voz somente ecoaram pois você favoreceu tudo isso e foi além das minhas expectativas ! “et merci” !

6.6.08

L’Oratorio d’Aurélia



São muitos os movimentos dançantes sincronizados com uma belíssima trilha sonora, cuidadosamente montada para envolver o espectador.
Um instrumental bem elaborado insere-nos na busca e na “oração de Aurélia”.
Poderia se fazer uma analogia com o universo íntimo e particular, da obra
“Le fabuleux destin d'Amélie Poulain” de Jean-Pierre Jeunet.


Em um mundo em que a imagem e a sincronia dos gestos e todas as suas metáforas nos transportam do nosso real cotidiano, ao cotidiano fantasioso, porém cheio de verossimilhanças com o nosso dia-a-dia.
A beleza se une na dança, nas linguagens do ilusionismo, nos malabarismos de circo, nas nuances das cores e texturas dos tecidos, e de incontáveis representações ao longo da obra.

Uma história tantas vezes contada, mas apresentada de forma inusitada!
No entanto tocou-me pela magia das aparições, assim como pelos objetos que ganham vida de forma estrambótica!
E encantou a todo o público nos mínimos detalhes.

O cotidiano é risível?
Magistralmente mágico com jeitos e trejeitos aos trombos e desencontros, o que é tão simples como o cotidiano, é capaz de arrancar do mais carrancudo, do mais cabisbaixo, gargalhadas inesperadas!

Se não fosse a genética da atriz, poder-se-ia considerar toda essa ilusão uma loucura. Tudo é, no entanto, minuciosamente pensado, planejado, discutido, estudado e testado!
Trabalho de gênio, como não poderia deixar de ser.

Maria Clara Sanae.

25.3.08

Desequilíbrio!


Em contra partida,parecem não existir mais barreiras...
Sei que não estou divagando sobre o nada. “O que se vê nesse modo de tornar tudo absolutamente do estado presente, o resultado não é mental: é uma forma muda de sentir absolutamente intraduzível por palavras (...)
Nesse vácuo do nada inserem-se fatos e coisas...”
Nesse encontro psicológico fora de órbita, com e sem gravidade, inserem-se outros questionamentos, quase que indecifráveis.
Logo vem a parte analítica e racional, a reta R das abscissas segue sempre na horizontal, e sem abismos visíveis.
E sobre ela temos um ponto O de origem. Supondo que de A a Z o positivo e operante está a direita, e o negativo está a esquerda.
Agora as coordenadas cartesianas juntamente com as propriedades geométricas nos mostram as ordenadas!
E se Ox e Oy, forem iguais, o Og da questão certamente satisfará à relação.!
Talvez seja esta a mistura de senso nonsense de humor e de "Cogito ergo sum”.
Ou um novo inicio de interesses nesses processos particulares.

Será que o meu lado direito é conservador de direita?

5.3.08

?



Ambivalência natural e seu sexo, mulheres…

O que mais posso dizer sobre elas?
Sou uma delas...

O homem é o prepúcio que contem sua alma feminina. Claro, depende do HOMO...
A circuncisão nele corresponde à excisão, acentuando e confirmando seu caráter viril...

Mulheres x Homens, que diferença existe fora os sexos em si ...


Delicado o assunto, não acha?!

25.2.08

equilíbrio?


Minha barreira é minha cinta protetora, bem alta, mas bem fraca, expressamente figurada em perspectivas amplas de visão. Essa cinta posso chamar também de muralha, tudo que eu preciso para me defender, para não ser um elemento feminino passivo e qualquer.
Não quero mais influências nefastas e de origem inferior.
Não só quero ter o domínio de chegar até meu ápice quando quiser, como quero testar até onde a construção tem poder de se manter sem fissuras.
No momento e sem comunicação cortada, acredito que o muro seja mesmo "uma dupla incidência psicológica": a minha sufocação, longe de uma mera diversão... e a sua solidão, talvez...


meu lado esquerdo, é da esquerda.

Já dizia Jean Chevalier


Verdades esotericas. sobre a flauta sonhada...
Pã, deus das grutas e dos bosques, personificação da vida pastoral, metade-animal e metade-homem (da cintura para baixo tinha corpo de bode, semelhante ao dos faunos e os sátiros), teria sido o inventor da flauta, ao som da qual regozijava os deuses, as ninfas, e os homens e os animais. (...)
A lenda chinesa de Suo-che e Long-yu salienta igualmente, as virtudes sobrenaturais do som da flauta (cheng). O som dessa flauta fazia soprar uma brisa suave, trazia nuvens coloridas e, sobretudo fazia aparecerem as fênix que conduziam o casal ao paraíso dos Imortais. . . entre outras definições, do dicionário de símbolos... acredito eu que mr. fiddler terá que "acuendar" e LOGO uma nova flauta, para que nós homens e mulheres puras possamos ouvir e entender os segredos sentidos na melodia da flauta, e gozá-las, pois a fé é toda ela feita de prazer, e paixão. . .

25.1.08

trecho ... Sopro de Vida

" Escrevo ou não escrevo ?
Saber desistir. Abandonar ou não abandonar - esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se há algum sentido em continuar jogando. Serei capaz de abandonar nobremente? ou sou daqueles que prosseguem teimosamente esperando que aconteça alguma coisa? como, digamos, o próprio fim do mundo? ou seja lá o que for, como minha morte súbita, hipótese que tornaria supérflua a minha desistencia? "

25.6.07

.compacto.

A cortina se abre.
Por que proibida?
A emoção transgredida.
Por que essa alegria?
Pertencia ou não pertencia.
Eis o questionamento
A fruta ou o doce?
Quantos Teoremas
Outra coisa fulminante?
Eis outro fato delicado
Outra face na escuridão?
Nada me convence.

11.6.07

.fodalístico.


O meu tormento é o seu maior lamento
O espelho reflete a imagem, mas a imagem está destorcida.
O pão diário é o alimento para mais um ser que degrada sem fome
O dia que passa, que passa, que passa, mas nada se passa.

O meu dilúvio é redemoinho no campo sem trigo
O meu martírio é seu suspiro.
O tempo é uma estrela decadente
O estéril é mais fértil que o que produz e faz nascer.

O dizer é o retrato da mente manipulada e mesquinha do homem contemporâneo
O olhar cerca de conflitos e desesperos, vigia em constancia.
O medo é evidente nas esquinas, nas ruas, nas padarias, e na própria morada.
O meu corpo se parte assim como parte a vontade de estar presente a todo momento.

O cotidiano fica incabível à medida que fica incabível o ar que se aspira
O dedo aponta e molesta, aponta e destrói, aponta e humilha.
O ego cresce a medida que cresce a impotência alheia
O humano se distancia dos valores morais, éticos, e espirituais

O mundo gira, o tempo passa, e o que acontece é pequeno diante a essa rotatividade
O ciclo da vida é cheio de pressas e muitos pararam de caminhar
O que fica é o que empaca o crescimento do outro
O que resta é o que apodrece os novos que do mesmo saco compartilham

O faro que não sinaliza e não responde a diversas duvidas que não se calam jamais
O dia, a tarde, a noite a madrugada,
O ser que perambula sonâmbula sem se habituar a nada.
O serrado e o agreste, a cidade, o campo, as luzes naturais e artificiais.

O pequeno torna –se médio do médio torna-se grande e do grande gigantesco
O cego enxerga mais do que aquele que diz enxergar e vê mas nada faz
O mudo aprende mais, do que aquele que diz de mais o que n sabe, e diz ter razão.
O feliz é o infeliz que acha que é feliz por tirar a felicidade alheia.

O que fazer para parar o que precisa parar
O que fazer para continuar o que precisa continuar
O que fazer para levantar aquilo que precisa ser resgatado
O que fazer para derrubar aquilo que há muito e indevidamente se encontra no topo.

O que, por que, de que, como. Quem se questiona. Quem faz . Quem transforma ?
O conformismo é o nome que deram para a realidade
O dever que não se cumpre diante a pequenas coisas fáceis e acessíveis
O querer não é poder a partir do momento em que nada se quer.

O olho defeca, a boca defeca, o nariz defeca, a orelha defeca.
O mundo quer ver, quer falar, quer sentir, quer ouvir, novidades, pede por evolução.
O estagnado além de ser, ainda induz aos mais fracos que sejam também.
O estrago foi feito, esta feito, e se não há fé continuará crescendo.


desestimulada.

5.6.07

falarsobre.com



PALAVRAS. PALAVRAS. PALAVRAS - OUÇA. LEIA. VEJA.
ENTENDA E NÃO ENTENDA!

Palavras INFINITAS. palavras CONTIDAS. Palavras doces. palavras amargas. palavras azedas. palavras com SABORES e desabores.
Palavras intimas. palavras infames. Palavras, SIMPLES e COMPLEXAS, PALAVRAS ESPORRÁDICAS.
Apenas PALAVRAS. conexas, e desconexas, presentes, pressupõe, INSTIGAM, aguçam os ouvidos e a mente à CURIOSIDADE ABSOLUTA , de mais e mais palavras soltas, solúveis, e insolúveis, sólidas, semi - àridas, VÍVIDAS, intencionais, presunçosas, palavras INITERRÚPTAS. Palavras SECAS e palavras ÚMIDAS, são elas AVALANCHES de SENTIDOS e sensações extremas,internas e externas, palavras que penetram nos ouvidos, palavras que fecundam, palavras que inspiram, palavras que germinam, palavras de razão imanente,palavras na ordem do amago na ESSENCIA do ser.
Palavras direcionadas, SORRATEIRAS, diretas, e INDIRETAS, gostosas, FACEIRAS, chocantes, palavras essas que envolvem, que seduzem, que entorpecem, PALAVRAS QUE ECOAM, palavras particulares, palavras ALTRUÍSTAS, palavras EMBRIAGADAS, pra que tantas delas, se o sentido de ouvir é apenas um dos 5 ou 6 SENTIDOS mais importantes pra mim. Pra ser sincero, palavras vem acompanhadas mesmo pela visão, que ao OLHAR para a fonte que articula, PALAVRAS SOAM COMO SOA O VENTO, LIGEIRO E EM CONSTANTE MOVIMENTO. Sem perceber, causam arrepios às EXTREMIDADES CORPÓREAS.Simplesmente palavras CAUSAM. PALAVRAS tem FUNDAMENTO. Palavras não apenas mais palavras simples por si só, mas palavras que comunicam juntamente com a manifestação da VISÃO, do OLFATO, PALADAR e TATO. Palavras ASCENDENTES, que introduzem auditivamente em movimentos ritmados, a VIBRAÇÃO anunciando o NOVO. Palavras essas simbólicas ou figurativas, palavras DESCRITAS ,paradoxais, palavras SUPERIORMENTE INTERESSANTES, palavras destinadas, PALAVRAS DE REFÚGIO, palavras arrebatadoras, palavras realizáveis, palavras, poucas e MUITAS, muitas e POUCAS, com sua vastidão e interpretações, palavras DOMINANTES.
Palavras INAUDÍVEIS, também presentes, que se fazem ver com os OLHOS DO CORAÇÃO.
Palavras com perspectivas, Palavras escritas, ditas, e não ditas, PALAVRAS SUBJETIVAS.essas sim - Palavras. Palvras. e mais Palavras. complexas. e não equivocadas. PALAVRAS CONFIDENTES. palavras SENTIMENTAIS. PALAVRAS POÉTICAS. Palavras com silhueta feminina. Palavras - Meras e simples estas "PALAVRAS AMIGAS", NÃO?!
Palavras PODEROSAS. PALAVRAS ESSAS VENUSIANAS. são PALAVRAS IMORTAIS.


.PALAVRAS SÃO PALAVRAS.
falesobrefalecom. falesobrefalesem. FALE. escreva. transmita.transpareça !
palavras AVULSAS.PALAVRAS DE GRAÇA. PALAVRAS POR PALAVRAS . . . NÃO MORREM.
mas nunca se MORRE COM A PALAVRA.
POIS SE NÃO EXISTE CANAL, NÃO EXISTE FLUIDEZ, E NÃO EXISTIRÃO AS PALAVRAS IMORTALIZADAS PELO TEMPO.
PALAVRAS E SEUS MISTERIOS.
MAIS UMA PALAVRA - PRECISO MESMO DIZER?!
PALAVRAS multisignificativas. PALAVRAS INTERNAS. PALAVRAS.

PALAVRAS. MINHAS. PALAVRAS SUAS. palavras DE VERDADE.

APENAS.PALAVRAS.PALAVRAS.E PALAVRAS.